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E se você nunca amou, não pode julgar as atitudes de quem está amando. Só quem sente sabe como é difícil lidar com um coração apaixonado. (rabiscosdeumapoeta)
(via rabiscosdeumapoeta)
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É tanto tempo da minha vida em um computador.
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ATENÇÃO: Usar o cérebro não dói! Agora que já sabem, podem começar a usar.
(via dream-and-cappuccino)
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“Pra falar a verdade, e sou tão esquisita que nem eu mesma me entendo.”
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Desde quando eu fiquei tão sensível?
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Coragem menina, é melhor fingir estar feliz com um sorriso forçado no rosto do que demonstrar sua tristeza a quem está te fazendo sofrer.
(via desesperoagradavel)
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Falhas sao apenas detalhes para quem ja chegou ate o fim, se voce perdeu em uma batalha, perca com honra, mas nunca desiste de lutar.
(via f--sempre)
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Lute por aqueles, que você perdeu, e por aqueles que não quer perder.
– (Jeane) -
Cansei de idas e vindas. Se sua intenção for ir embora, por favor nem se aproxime.
(via poetaesquecida)
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É sério, não nasci pra estudar.
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Eu sempre gostei de subestimar as pessoas, em geral. Sempre gostei de me subestimar e ver até que ponto eu iria atrás de alguém e alguém viria atrás de mim. Foi subestimando tanto que eu me decepcionei, mas foi quando você apareceu que eu percebi que existem pessoas diferentes no mundo. Era uma terça feira, me lembro até hoje do quanto estava frio. Eu estava sentada na calçada lendo um livro qualquer e ouvindo música nos fones de ouvido, até que você apareceu. Vi alguém na minha frente, mas não dei muita importância, até que senti uma pequena pedra tocar minhas pernas, levantei o olhar e imaginei: “o que há de errado com você? eu nem te conheço.”, você ergueu uma sobrancelha e eu tirei um dos fones, ouvi você sussurrar algo que não entendi muito bem, então tirei o outro fone, percebi que você reparou que não entendi nada, abriu um sorriso (lindo) e repetiu: “Oi, eu me chamo…” Interrompi você de imediato: “Tá, o que você quer? costuma jogar pedras nas pessoas que não conhece?”
– (via apaixonada-and-iludida)
Você continuou sorrindo, se sentou na calçada e ergueu uma sobrancelha ao ver o meu livro: “Terror, ótima escolha. E, não, é que você não me deu muita atenção.” Respirei fundo: “Melhor que a vida real.” Me perdi um pouco enquanto te olhava, mas logo continuei “então… o que você quer?”
Você abriu um sorriso mais largo.
— Bom, eu estava procurando meu cachorro, que sumiu. Mas eu sei que ele volta, só queria uma desculpa pra conversar com você, que é muito marrenta e não vê a hora de eu ir embora.
Franzi as sobrancelhas. Que cara de pau.
— Não vi seu cachorro… — Olhei pra ele, e ele continuou sorrindo, se fosse outra pessoa já teria ido embora, sem dúvida, mas ele continuou ali, decidi ser legal com alguém que foi legal comigo, porque não? — …desculpe.
Você não parava de sorrir, isso era pra me deixar atraída, sério? porque tava conseguindo.
— Olha, a gente pode fingir que meu cachorro não vai voltar, e você me ajudaria a encontrá-lo.
— Porque eu te ajudaria?
— Por mim.
— Isso é um motivo?
— É, o único. - Você sorriu, denovo.
— Tudo bem então, eu te ajudo.
— Te convenci tão fácil assim?
— Sabe como é, acontece as vezes.
Me levantei e guardei o livro, depois começamos a caminhar, você me falou seu nome, e eu te falei o meu, você me confessou que reparava em mim há dias e nunca teve coragem de conversar comigo, porque como havia dito, sou muito marrenta. Também descobri que você gosta de sorvete de baunilha e de café forte, você descobriu que eu gosto de chocolate e muito refrigerante, mas nunca descobriu que as vezes eu também reparava em você. E no meio de tantas descobertas, descobri que você gostava de uno, e me chamou pra jogar qualquer dia desses. Te convidei pra ir na minha casa, no sábado, você disse que iria. Não encontramos seu cachorro - algum tempo depois descobri que ele nem tinha saído de casa -, e voltamos pelo mesmo caminho, você me deixou na porta da minha casa, no mesmo instante em que um vento tocou meu rosto e meu cabelo ficou meio bagunçado, você colocou a mecha solta por trás da minha orelha, sussurrou um “tchau”, e foi pra sua casa, do lado da minha.
No sábado, as 16:00hrs, eu já estava ansiosa e te esperando no sofá, enrolando mechas do meu cabelo e vendo um desenho qualquer na tv. Você bateu na porta, não demorou muito e eu a abri, sorrindo.
— É difícil ver você sorrindo, mas dizem que as coisas difíceis são as melhores. Seu sorriso é a prova disso.
Eu sorri novamente, dessa vez, constrangida e te chamei pra entrar. Jogamos a tarde inteira, e tomamos sorvete de baunilha, umas 18:00, chocolate quente, e você me disse que tinha que ir embora. Me senti uma criança. Crianças tem medos de despedidas, né? elas choram, e eu fiquei com uma vontade danada de chorar e de não deixar você ir embora. Bobagem minha, você iria do mesmo jeito. Tá aí uma das coisas que aprendi com você: não te subestimar, você nunca faz o que eu acho que vai fazer, e nunca sai de perto quando te peço pra sair. Te deixei até a porta, com um sorriso de canto, você me deu um beijo na testa, foi bem estranho isso, e eu abri mais o sorriso.
— Você volta amanhã?
— Porque voltaria?
— Por mim.
— Isso é um motivo?
— É, o único.
— Tudo bem então, eu volto.
— Te convenci tão fácil assim?
— Sabe como é, com esse sorriso… você vai fazer isso sempre.




